Existem duas explicações para o efeito terapêutico da acupuntura: uma baseada na visão holística oriental e outra baseada na visão científica ocidental.
Segundo os orientais, a doença surge do desequilíbrio energético nos meridianos, por exemplo, um bloqueio no fluxo da energia Qi ocasiona excesso de energia em um meridiano e insuficiência de energia em outro. Esses excessos e insuficiências podem causar dor no trajeto dos meridianos e disfunção dos órgãos que estão ligados a esses meridianos. Através das agulhas, consegue-se tonificar ou dispersar a energia que está causando o problema.
Do ponto de vista da medicina ocidental, a acupuntura age através de estímulos nervosos que induzem a liberação de hormônios e outras substâncias benéficas. Histologicamente, os pontos de acupuntura são ricos em terminações nervosas, arteríolas e vênulas. Estudos mostram que o estímulo pela acupuntura pode acionar o hipotálamo e as glândulas pituitárias, responsáveis pela liberação de endorfinas e neurotransmissores, resultando num amplo espectro de efeitos sistêmicos, aumentando a taxa de secreção de neurotransmissores e neuro-hormônios, melhorando o fluxo sanguíneo e estimulando a função imunológica.
"Com certeza, no momento, o grande obstáculo que existe à uma maior incorporação das técnicas da medicina chinesa aos arsenais terapêuticos da medicina ocidental, resulta da incompreensão da essência, da linguagem e do funcionamento da primeira pela segunda. Infelizmente, o cientista ocidental encontra-se preso por uma rigidez enorme de conceituações e princípios que dificultam a compreensão de um conhecimento que está registrado numa linguagem diferente daquela a que ele está acostumado." (Botsaris, 2007)
"Com certeza, no momento, o grande obstáculo que existe à uma maior incorporação das técnicas da medicina chinesa aos arsenais terapêuticos da medicina ocidental, resulta da incompreensão da essência, da linguagem e do funcionamento da primeira pela segunda. Infelizmente, o cientista ocidental encontra-se preso por uma rigidez enorme de conceituações e princípios que dificultam a compreensão de um conhecimento que está registrado numa linguagem diferente daquela a que ele está acostumado." (Botsaris, 2007)
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